“As demissões sumárias, autoritárias e humilhantes se deram sob o pretexto jurídico destes servidores estarem aposentados pelo INSS, em função de imposição legal, sob pena da gestão incorrer em ato de improbidade administrativa. No entanto, cidades baianas como Ibirataia, Itagibá e Aiquara demitiram servidores na mesma situação, porém indenizaram os exonerados. Aqui os trabalhadores públicos foram descartados sem comunicado prévio. A prefeita e seus gestores negaram-se a negociar ou reconhecer qualquer direito dos demitidos. Propostas foram apresentadas pelo sindicato, como a criação de um PDV – Plano de Demissão Voluntária, mas a gestão ignorou”, denuncia Thatiana Eça, diretora da APLB local.
A decisão impacta profundamente e inviabiliza o início do ano letivo na cidade. “Não há como substituir, num curto espaço de tempo, 163 profissionais de Educação retirados no atacado”, destaca Thatiana.
Ontem (09/02), em Salvador, participando do Conselho Geral da APLB 2023, a dirigente gravou um vídeo denunciando o fato. Veja!
Fonte: APLB Sindicato.
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